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Uma vez mais, o MIL: Movimento Internacional Lusófono, apela à solidariedade lusófona para com Timor-Leste. Desta vez, dirigimo-nos em particular aos nossos irmãos lusófonos brasileiros.
Pedimos, em concreto, livros de literatura infantil. Deverão estes ser remetidos para o seguinte endereço:
HCGN 706 Bloco R ap. 302
Asa Norte, Brasília Distrito Federal
CEP: 70.740-718
(ao cuidado de Lúcia Helena Alves de Sá)
Depois, numa cerimónia pública, a realizar-se no Instituto Histórico e Geográfico de Brasília, os livros serão entregues ao Embaixador Domingos de Sousa, de Timor-Leste (data a anunciar).
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Face às recentes declarações do Presidente Executivo da TAP, o gestor brasileiro Fernando Pinto, que, segundo a Agência Lusa, defendeu, em Luanda, a possível “fusão” da TAP com as congéneres angolana TAAG e brasileira TAM, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO vem apoiar publicamente esta possibilidade.
Neste nosso mercado cada vez mais globalizado, importa que as grandes empresas do espaço lusófono se articulem entre si, de modo a reforçarem a sua competitividade diante da concorrência internacional.
Este projecto deve ser um embrião de uma companhia aérea realmente lusófona – através da participação dos outros países da CPLP –, com as vantagens óbvias que daí decorrerão. E servir de exemplo a outras áreas, nas quais, de igual modo, se deverão concretizar projectos desta envergadura.
Sugerimos mesmo um nome para essa companhia: TAL – TRANSPORTES AÉREOS LUSÓFONOS.
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
–
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (sítio: www.movimentolusofono.org)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)
O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com mais de um milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um e-mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.
MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Portugal), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).
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Hoje, o MIL estabeleceu uma parceria com a Associação “Ajuda Amiga“, no sentido de angariar livros (escolares, sobretudo, mas não só) para a Guiné-Bissau. Em breve indicaremos quando e onde os livros deverão ser entregues.
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O MIL enviou hoje a primeira remessa de livros para Timor-Leste. Em breve faremos um apelo público para uma nova recolha de livros. A todos aqueles que colaboraram com esta iniciativa do MIL – como, nomeadamente, a Paula Viotti – os nossos maiores agradecimentos.
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
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“Sin coñecer a sua esitencia estuven sempre aderida,farta de tanto asoballamento por parte do ingles ,cada un debe ter dreito a falar na sua lingoa materna,se non fora por a lingoa eu seria apátrida,porque o galego é a miña patria.”
Panxón Alborés
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A governação de um país, qualquer que ele seja, deve obedecer sempre a uma visão estratégica. Na perspectiva do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, conforme resulta da nossa “Declaração de Princípios e Objectivos”, bem como de outros documentos que temos emitido, essa visão estratégica para Portugal passa por uma progressiva convergência entre todos os países lusófonos, para benefício de todos eles, de todos nós.
Após o estudo dos programas eleitorais dos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas, bem como das respostas ao inquérito que realizámos aos mesmos, constatamos que nenhum deles assume essa convergência lusófona como o eixo da sua visão estratégica para Portugal. Há apenas algumas medidas avulsas, como, por exemplo, no Programa do Partido Socialista, a criação do Estatuto de Cidadão da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que vai, em parte, ao encontro da petição do MIL que defende o “Passaporte Lusófono” ().
Dizemo-lo, note-se, sem com isso querermos entrar no jogo partidário. Do mesmo modo que nos assumimos como trans-nacionalistas, em prol dessa convergência lusófona, assim também nos assumimos como trans-partidários, na premissa de que essa visão estratégica para o país deverá ser assumida, ainda que de forma diversa, por todos os partidos. Difundir essa visão estratégica, eis, tão-só, o que o MIL pretende.
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com cerca de um milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Cabo Verde), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).
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MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Cabo Verde), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).
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O degradante espectáculo público que se arrasta há meses em torno da eleição do novo Provedor da Justiça, e que já levou, inclusivamente, o anterior Provedor a renunciar ao cargo, é mais uma prova da situação de bloqueio da nossa Partidocracia. A eleição ainda não se concretizou, essencialmente, porque os nossos Deputados põem os interesses partidários acima dos interesses do país.
Nessa medida, o MIL relembra as propostas que fez numa Petição lançada há pouco tempo:
- que, nas Eleições Legislativas, os Deputados possam ser eleitos como independentes ou em listas não partidárias;
- que todos os Deputados, ainda que integrados em listas partidárias, respondam em primeiro lugar aos Cidadãos que os elegeram e não aos respectivos Partidos, de modo a que jamais se possa de novo ouvir um Deputado dizer que votou num determinado sentido apenas por “disciplina partidária”, como, tantas vezes, tem acontecido.
Só assim, reiteramos, com Deputados que livremente representem aqueles que os elegeram e que não sejam apenas uma caixa de ressonância dos respectivos Partidos, teremos uma verdadeira Democracia Representativa.
PETIÇÃO EM PROL DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
PARA ASSINAR A PETIÇÃO:
http://www.gopetition.com/online/26885.html
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Secção Portuguesa
Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, que conta já com quase um milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar publicamente (www.novaaguia.blogspot.com), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.
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A esse respeito, o MIL relembra, em particular, a Petição que lançou recentemente, antecipando que irá promover um debate público sobre “O futuro democrático da Guiné-Bissau no espaço lusófono”, a realizar-se no dia 4 de Julho, às 16h, na Associação Agostinho da Silva, que contará com a presença de Francisco José Fadul, ex-primeiro-ministro da Guiné e primeiro subscritor da Petição:
EM PROL DA CONSTRUÇÃO DE UM ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO NA GUINÉ-BISSAU: http://www.gopetition.com/online/26953.html
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora
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Exmo Senhor
Director do Jornal “Público”
Enquanto subscritor da Petição “Não Destruam os Livros!”, lançada pelo MIL. MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, bem como da “Carta Aberta ao Primeiro-Ministro de Portugal”, que foi entretanto enviada aos órgãos de comunicação social, gostaria antes de mais de esclarecer que nada nos move contra ninguém em particular – a nossa única motivação é, como se diz no texto da Petição, “que as editoras nacionais, e em particular a Imprensa Nacional – casa da Moeda, não destruam as obras em questão, oferecendo-as antes às bibliotecas, escolas e centros culturais nacionais, aos leitorados de Português e departamentos onde se estuda a língua e a cultura portuguesas nas universidades estrangeiras, bem como às universidades e centros culturais dos países lusófonos”.
Feito este esclarecimento prévio, gostaria em primeiro lugar de manifestar a minha estranheza perante a notícia publicada na edição de hoje (Sexta, dia 3 / 7/ 09), notícia não assinada sobre a Imprensa Nacional – Casa da Moeda (cf. caderno 1, p. 17), de clara resposta à Petição e à Carta Aberta, sem que, contudo, nem a Petição nem a Carta Aberta seja referidas. Isto para além do facto da notícia ter numerosas semelhanças com uma outra surgida em Novembro de 2008 no JL, essa a respeito do surgimento da Agenda INCM para 2009.
Quanto à notícia propriamente dita, registamos que se mantém a possibilidade da destruição de livros. É esse o título da notícia: “Casa da Moeda pode ter que destruir livros”. Isto caso não se encontrem instituições disponíveis para “acolher as obras publicadas há mais de quatro anos e que não tiveram sucesso comercial”.
Ora, instituições disponíveis para acolher essas obras é o que, no espaço lusófono, não faltam. O que falta, tão-só, é vontade para as fazer chegar lá. Mas, para tanto, como se diz ainda no texto da Petição: “os Ministérios da Cultura, da Educação e dos Negócios Estrangeiros (este através do Instituto Camões), bem como a TAP AIR Portugal, devem-se articular com as Editoras na estratégia da distribuição e transporte dos livros a nível nacional e internacional. Em vez de se destruir património precioso e insubstituível, esta é uma óptima oportunidade de se prestar um serviço à cultura e à educação nacionais, bem como de promover a cultura portuguesa no espaço lusófono e no mundo, tarefa por todos reconhecida como fundamental na qual o Estado não se tem empenhado devidamente.”
Ao contrário do se diz na notícia, os livros não são “feitos para ser vendidos”. Mas para ser lidos. Eis toda a diferença.
Muito cordialmente
Renato Epifânio
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Debate Público com Francisco Fadul, antigo Primeiro-Ministro e ex-Presidente do Tribunal de Contas
(infelizmente a qualidade dos vídeos não é a melhor. Brevemente contamos substituir estes vídeos por outros melhores.)
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Conforme foi noticiado esta semana, o Partido Socialista “está a estudar a criação de um novo conceito, o Estatuto do Cidadão da CPLP, que na prática poderá proporcionar a livre circulação de pessoas oriundas dos países de expressão portuguesa”.
O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO congratula-se com essa intenção, esperando que não seja uma mera promessa eleitoral.
Lembramos que essa medida havia sido já por nós lançada, numa Petição em prol do Passaporte Lusófono, “uma das grandes aspirações de Agostinho da Silva, que venha a permitir a livre-circulação dos cidadãos em todos os estados da comunidade lusófona”:
http://www.gopetition.com/online/20337.html
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora
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Em virtude de uma reestruturação interna, após a saída voluntária (mas por razões diversas) de alguns membros, a Comissão Coordenadora do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO ficou constituída pelas seguintes pessoas:
António José Borges
Casimiro Ceivães
Eurico Ribeiro
Francisco José Fadul
José Pires Freixeda
Renato Epifânio
Rui Martins
Esta Comissão Coordenadora compromete-se a continuar a respeitar a Declaração de Princípios e Objectivos do MIL e não renega – antes pelo contrário – nenhuma das causas que assumiu até ao momento (em Petições, Comunicados e noutras tomadas de posição), visando sempre o reforço dos laços entre os países lusófonos – numa óptica, portanto, trans-nacionalista –, reforço esse que, como desde o princípio defendemos, se deve realizar em todos os planos.
O MIL tem sido, pelo menos no espaço português, a voz pública que, de forma mais coerente e consequente, tem defendido a Convergência Lusófona.
Assim continuará a ser! Cada vez mais!
A Comissão Coordenadora do MIL
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Adiro ao movimento de união lusófona, convencido que é um caminho de realização sócio-cultural e de melhoria da qualidade de vida de todas as pessoas que formam a comunidade dos países da língua oficial portuguesa, bem como, ao mesmo tempo, um meio catalisador de união e de comunicação com todas as pessoas que falam português por esse mundo fora da CPLP ou que queiram fazer a sua parte.
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O MIL: Movimento Internacional Lusófono, como movimento cívico e cultural, tem, entre as suas valências, como princípio o espírito de colaboração aos mais variados níveis com os países lusófonos. Neste sentido, encetou há alguns meses uma colecta de livros junto de entidades e particulares, no sentido de os enviar para Timor-Leste, assim contribuindo não só para reintrodução da Língua Portuguesa no país, mas também para o enriquecimento cultural das instituições e da população, em particular da região de Baucau, no caso, mais concretamente das escolas associadas à Diocese de Baucau.
Esta opção relativa ao local de destino dos livros prende-se com o facto de não ser possível, pelo menos nesta fase, distribui-los por todo o território, dadas as dificuldades de acesso a certas zonas do país e à falta de meios/apoios de transporte para o fazer.
Assim, o MIL, por não possuir meios financeiros que lhe permitam suportar o envio dos livros, na ordem dos 200kg, por intermédio de um dos seus membros do Conselho Executivo, António José Borges, encetou contactos com Sua Excelência o Bispo D. Carlos Filipe Ximenes Belo, SDB, no sentido de este dar o seu parecer sobre a melhor forma de realizar sem custos a empresa a que o MIL se propõe.
Sua Excelência recomendou então que contactássemos o Dr. Alberto Araújo, residente em Lisboa e membro da Direcção da Associação de Apoio à Diocese de Baucau, e este, em nome da Associação que dirige e da qual são membros o próprio Bispo D. Carlos Ximenes Belo, SDB, e D. Basílio do Nascimento, actual bispo de Baucau, após o acerto de alguns requisitos a serem cumpridos pelo MIL, como a redacção de uma carta/dedicatória dirigida à dita Diocese, a realização de uma listagem dos livros e a respectiva carimbagem dos mesmos, prontamente se disponibilizou para fazer chegar os livros a Timor-Leste num contentor que partirá de Lisboa em meados de Dezembro do corrente ano.
Muito em breve, o MIL cumprirá todos os requisitos necessários para que facultem o envio dos livros, fará chegar os mesmos aos responsáveis da Associação de Apoio à Diocese de Baucau e, assim, o processo ficará concluído com o enriquecimento do acervo das bibliotecas, escolas e outras instituições da região de Baucau.
Desejamos que outras regiões de Timor-Leste e outros países possam contar com o nosso apoio neste e noutros níveis, cumprindo, assim, um dos objectivos que definem o programa cívico e cultural de um movimento como este, que dentro do espaço lusófono tanto valoriza as diferenças como a união – factores de enriquecimento da comunidade lusófona.
Em nome da Comissão Executiva do MIL,
António José Borges
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