Author Archives: novaaguia

Tomada de posse dos novos órgãos da PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil – Casa da Cidadania

23 de Junho, na Associação dos Pupilos do Exército.

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: GEOTA – Marlene Marques
Vice-Presidente: PROVISEU – António Rainho
Vogal: AACDN – Carlos Seixas da Fonseca

CONSELHO FISCAL
Presidente: EMDIIP – Alina Tito de Carvalho
Vice-Presidente: APE – Jacinto Rego de Almeida
Vogal: ASR(URB) – Luis Coruche

DIRECÇÃO
Presidente: MIL – Renato Epifânio
Vice-Presidente: APDSI – Luís Vidigal
Vogal: AAAIO – Genoveva Pereira
Vogal: ACRÉSCIMO – Paulo Pimenta de Castro
Vogal: SEDES – Sarah Corsino

Fotos da Eleição do Presidente do MIL como Membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa (20 de Junho, na Sociedade de Geografia de Lisboa)

Com Amigos Galegos, vindos expressamente para a sessão…

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23 de Junho: Tomada de posse dos novos órgãos sociais da PASC, eleitos, por unanimidade, em Assembleia Geral…

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20 de Junho: Eleição do Presidente do MIL como Membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa

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15 de Junho, no Porto: “Comemorando Ariano Suassuna”

O evento “Comemorando Ariano Suassuna: do riso à defesa da cultura popular do Nordeste do Brasil” vai decorrer no dia 15 de junho, pelas 17h, no Instituto Pernambuco-Porto (Rua das Estrelas, 143), no Porto.

O evento terá duas apresentações: “ARIANO SUASSUNA: UMA CERTA VISÃO DO BRASIL/ Apresentação da Revista NOVA ÁGUIA nº 18 (em Homenagem a Ariano Suassuna)”, de Renato Epifânio; e “O cordel em Suassuna e Suassuna no cordel”, de Aparecida Ribeiro.

Por fim, será projetado o filme “O Auto da Boa Mentira.

Esperamos por si!

Já tem todos os números anteriores da NOVA ÁGUIA?

Prestes a chegarmos ao nº 30 da NOVA ÁGUIA, abrimos uma campanha especial para que todos possam ter a colecção completa. Faça já a sua encomenda – para novaaguia@gmail.com (descontos até 50%).

Novos órgãos da PASC, eleitos, por unanimidade, em Assembleia Geral…

Manifesto de Candidatura

Candidatamo-nos à Presidência da Direcção da PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil – Casa da Cidadania, em nome do MIL: Movimento Internacional Lusófono, porque consideramos que poderemos contribuir para consolidar e ampliar este projecto que temos acompanhado e apoiado desde a sua fundação.

Não nos candidatamos contra ninguém. Fazemos um balanço globalmente positivo de todos os mandatos até agora assumidos – desde o mandato de Maria Perpétua Rocha, a grande figura de referência da fundação da PASC, passando pelos mandatos de José Dias Coelho e Luís Vidigal (em nome da APDSI: Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação), até, mais recentemente, o de Américo Ferreira (em nome da APE: Associação dos Pupilos do Exército).

Tendo-se formalizado juridicamente em 2014, a PASC está ainda muito longe, como todos reconhecemos, de cumprir todo o seu potencial: ser a Plataforma de referência das Associações da Sociedade Civil em Portugal. Apesar de já agregar algumas Associações muito prestigiadas no nosso país, falta-nos agregar ainda muitas mais. Daí a grande prioridade deste mandato: fazer crescer a PASC.

Esse crescimento, no nosso mandato, não será feito apenas a nível interno – será igualmente feito a nível externo. Para Associados Observadores, iremos convidar uma série de Associações da nossa Diáspora, de todos os continentes, bem como outras Associações da Sociedade Civil de outros países e regiões do Espaço Lusófono. O que, em última instância, reforçará ainda mais a nossa relevância a nível interno, fazendo da PASC a grande Plataforma de referência das Associações da Sociedade Civil em Portugal, fazendo da PASC a grande Casa da Cidadania entre nós.

Internamente, iremos, desde logo, promover um maior conhecimento mútuo das entidades que compõem esta plataforma – com o envio, semanal, de uma “newsletter” com as iniciativas mais relevantes de cada um delas. Mensalmente, haverá também um evento público sobre uma das nossas grandes causas: Assimetrias Sociais; Desenvolvimento Sustentável; Coesão e Ordenamento Territorial; Qualidade e Universalidade dos Serviços Públicos; Transparência e Integridade dos Poderes Públicos; Igualdade de oportunidades e não discriminação; Desenvolvimento da Cidadania Lusófona.

Tudo isto passará, naturalmente, pela dinamização de grupos de trabalho temáticos e interassociativos. Ainda nessa dinâmica, continuaremos a promover a “Conferência Anual da PASC”, com a entrega dos “Prémios da Cidadania”. Isto para além de alguns projectos de referência que apoiaremos, como a “Rede Nacional de Administração Aberta (OGP Portugal)” e o “Projecto para uma nova Rede Social para a construção colectiva de Políticas Públicas”. Em suma: neste mandato, iremos consolidar e dinamizar esta Plataforma de Associações da Sociedade Civil, agregando mais entidades, a nível interno e externo, de modo a que PASC, em diálogo com todos os partidos e órgãos de soberania, seja reconhecida como a grande Casa da Cidadania entre nós. Para esta missão, contamos consigo, contamos com todos vós.

Renato Epifânio

Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono

Para aderir à PASC: https://pasc.pt/como-tornar-se-associada/

8 de Junho: A estética no pensamento português…

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/89923589420

Pensar de novo, pensar o novo: em tempos de pandemia

Dizem os clássicos que a Filosofia chega sempre demasiado tarde – daí a conhecida imagem de Hegel: “a ave de Minerva levanta-se ao entardecer”. Quanto a esta pandemia que nos assolou nos últimos anos, apenas podemos dizer, com alguma certeza, que este foi, até ao momento, o acontecimento mais relevante, à escala global, do século XXI – a par, quanto muito, da guerra em curso na Ucrânia… Quanto ao mais, tudo permanece ainda demasiado incerto. Há ainda, para usarmos uma outra imagem, “demasiada poeira no ar”.

Como dissemos algures, vivemos um “interregno”. Os mais providencialistas têm sugerido que este “interregno” foi como que “programado”. De forma mais imanente ou transcendente, este “interregno” teria sido pois – passe o anglicismo – um “reset” necessário. Tal como os nossos computadores por vezes bloqueiam, também o próprio mundo estaria de tal modo bloqueado que teria precisado de um “interregno”, de um “reset”, de um “reinício”.

Há ainda demasiada “poeira no ar” para conseguirmos antever o futuro que irá emergir deste “interregno”. Até ao momento, o único factor indubitavelmente positivo foi a diminuição substancial da poluição à escala global. As consequências sociais e económicas têm sido, porém, até ao momento, indubitavelmente negativas, para não dizer catastróficas. Em Portugal e no Brasil, como em todos os restantes países do mundo, houve muita gente a ficar, de um momento para o outro, sem emprego, sendo que muitos desses empregos não irão, previsivelmente, regressar. Pelo menos, tão cedo.

A prometida vacina, entretanto chegada em 2021, irá decerto antecipar esse necessário futuro pós-interregno. Seja pelo seu poder real sobre o vírus, seja “apenas” pelo seu efeito psicológico em todos aqueles que mais o temem, com a vacina o mundo parece, finalmente, em condições de virar, progressivamente, a página deste interregno de confinamento pandémico e de medo generalizado. Com ou sem vacina, teríamos, mais cedo ou mais tarde, de virar esta página. Um interregno é, por definição, um estado transitório. Um estar, não o ser…

Os textos que se coligem neste livro – mais de uma dezena e meia de textos, do universo de colaboradores da NOVA ÁGUIA, uma revista de Filosofia e Cultura lusófona – não nos dizem qual será esse futuro pós-interregno. Foram textos escritos no “olho do furacão”, quando nem sequer era visível, como agora já é, essa “luz ao fundo do túnel”. Em todos eles, porém, pulsa uma esperança – atente-se, por exemplo, neste excerto do texto de Miguel Real: “Eduardo Lourenço, quando jovem, na sua estada em Paris, escreveu um texto (que não consigo identificar agora) em que falava da personagem de um romance (salvo erro, de Somerset Maugham) que, nos últimos dias de vida, se levanta da cama, vai ao quintal e planta uma bolota de carvalho. É a realização concreta do princípio da esperança (…)”.

Como acrescenta: “…ele nunca verá o carvalho elevar-se sobre a paisagem, mas foi o seu contributo para que a vida continuasse. Que cada um de nós, hoje, neste tempo suspenso, perante um futuro vazio, plante a sua bolota – uns escrevendo, outros pintando, outros compondo música, outros fazendo teatro, cinema, animação, jornalismo, outros trabalhando nas suas profissões.”. Este livro é também uma “bolota” – a nossa “bolota” para o futuro, em particular para o futuro das relações luso-brasileiras, que igualmente têm sido afectadas por esta pandemia. Em tempos de crise, a tendência natural é que para cada país se feche em si próprio. Passada esta crise, esperemos que a ponte trans-atlântica renasça, ainda mais forte.

Renato Epifânio

Presidente do MIL e Director da NOVA ÁGUIA

28 de Maio: em Mirandela e em Coimbra…

Mais Livros MIL: https://millivros.webnode.com/
Para encomendar: info@movimentolusofono.org

De A.M. Pires Cabral: Livro MIL “Contos recontados”

“Contos recontados”, Lisboa, MIL/ DG Edições, 2022, 133 pp.

ISBN: 978-989-53483-7-4

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Também no jornal Público: “Better dead than red”, em louvor da resistência ucraniana…

Um dos mais infames slogans políticos da nossa história – “better red than dead” –, tem de novo ecoado, de forma mais ou menos expressa, a propósito da invasão russa da Ucrânia. Não porque, esclareça-se desde já esse equívoco recorrente, o regime de Putin tenha algo a ver com o comunismo – a sua matriz é claramente czarista.

O próprio Partido Comunista Português sabe isso perfeitamente – daí que a sua posição não se explique, de todo, pela fidelidade ao regime de Putin. Antes, tão-só, pela sua fidelidade de sempre ao Partido Comunista Russo – foi assim durante toda a II Guerra Mundial, mesmo durante o pacto soviético com o regime nazi; foi assim em todo o processo da nossa descolonização; foi assim em todo o processo de desmantelamento da União Soviética; tem sido também assim, sem surpresa, agora.

O próprio Putin também tem usado o “argumento da desnazificação” da Ucrânia para justificar a invasão russa da Ucrânia de forma claramente cínica. Ele não acredita nessa alegação – mas acredita que, por mero “reflexo pavloviano”, ela tenha algum efeito na opinião pública, interna e externa. E acredita bem – como, também sem surpresa, se pode verificar, inclusivamente na opinião pública portuguesa.

slogan tem, porém, ecoado, de forma cada vez mais sonora, à medida que a resistência ucraniana se amplia – e daí as crescentes sugestões, mais ou menos tácitas, para que a Ucrânia se renda. Como sempre, aduzem-se os mais diversos argumentos, em particular o de que a resistência ucraniana tem como principal beneficiário a NATO/ OTAN e, em especial, os Estados Unidos da América; e como maior prejudicado colateral o modelo social europeu, pelo desvio de fundos, já em concretização, para os orçamentos de Defesa dos Estados da União Europeia.

A alegação não é infundada mas não explica o crescente incómodo com a resistência ucraniana. Explica-se antes este incómodo, a nosso ver, por um conceito que a nossa cultura historicamente recalcou: o de heroicidade. Com um efeito, se há um qualificativo adequado para a resistência ucraniana é esse: heróica. E é isso o que mais profundamente nos incomoda, a todos nós que deixámos de valorizar a heroicidade e que até criámos, na nossa cultura, como seu substituto simbólico, a figura do anti-herói. Na resistência ucraniana, olhamo-nos ao espelho e vemos, com o mais profundo incómodo, quem fomos deixando de ser.

Renato Epifânio

Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono

Este Sábado, no Porto, apresentação dos Livros MIL de Rodrigo Sobral Cunha…

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Nota de pesar do MIL Cabo Verde sobre o falecimento da cantora cabo-verdiana Titina Rodriguês

Albertina Alice dos Santos Rodrigues, sobejamente conhecida por Titina Rodriguês (1947-2022), nasceu na Cidade do Mindelo, ilha de São Vicente, Cabo Verde, e faleceu em Setúbal, Portugal, a 06 de Maio de 2022, país onde vivia há já muitos anos. Reconhecida intérprete da musicologia das ilhas de Cabo Verde, Titina, que sempre esteve (e há-de estar) na memória coletiva do Povo cabo-verdiano, se elevou espiritual, estética e artisticamente nos géneros da morna e da coladeira, tendo a estes emprestado uma Voz única e singular, melancólica e saudadora, verdadeiro pulsar da alma da nossa Terra, sempre em articulação com a interculturalidade com que cantou B.Leza em Portugal, mormente na morna Tejo, enviando um recado para as ilhas de Cabo Verde via “ondas sagradas do Tejo/ deixa-me beijar as tuas águas/ deixa-me dar-te um beijo/ Beijo de saudade…”.

A cantora, que começou a cantar desde a tenra idade, deixou um legado, vários discos, obras-primas da cultura musical cabo-verdiana, fruto das suas interpretações acerca das composições de renomadíssimos compositores. Igualmente ela foi homenageada pelo Governo de Cabo Verde e pela SOCA (Sociedade Cabo-verdiana de Autores), uma homenagem bem merecida. Fica a obra, que é Grande; que é fonte de inspiração aos jovens artistas que, naturalmente, precisam de referência(s) e exemplaridade.

Uma palavra de conforto a todos os familiares e amigos da cantora.

11-14 de Outubro: VIII Colóquio Luso-Galaico sobre a Saudade/ I Encontro sobre Filosofia e Cultura Luso-Galaica…

Caso pretenda participar neste duplo evento, pode enviar-nos uma proposta de comunicação (com título, resumo e breve cv), até final de Maio – podendo igualmente indicar o dia/ local em que pretende participar.